OS DISCÍPULOS DE JESUS

OS DISCÍPULOS DE JESUS
"Os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem." Jesus"

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

ATUALIZAÇÃO DO DIA 17/12/2013




NOSSO COMENTÁRIO: Como já comentamos anteriormente, só existe um espiritismo. O espiritismo codificado pelo mestre de Lion, Allan Kardec. Espiritismo de mesa branca, foi cunhado equivocadamente, no início do século XX, para diferenciar a prática mediúnica entre o movimento afro-brasileiro e movimento espírita. O primeiro realizava as suas atividades no terreiro e o segundo, em volta de uma mesa (que na verdade, nem é preciso), onde era colocado uma toalha branca (que presentava higiene), daí o nome mesa branca. Com isso, também equivocadamente, consideravam o movimento afro-brasileiro como  religião espírita.E é óbvio que devemos respeitar todas às religiões, seus significados, seus postulados e cada uma com a sua denominação.

ESPIRITISMO PARA NOSSAS CRIANÇAS! PARTICIPE DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL



RECOMENDAÇÃO ESPÍRITA!



A IMAGEM DO DIA

NOSSO COMENTÁRIO: Pode ter mãe igual, mas melhor que essa, será?...risos


ESTUDO ESPÍRITA
A partir de hoje, vamos iniciar um curso de espiritismo básico.
Elaboração: Antonio Tadeu Minghin




NOSSO COMENTÁRIO: As biografias que citaremos no decorrer da Aula 1, estão resumidas, podendo o amigo internauta, pesquisar na internet, mais informações a respeito.
Sobre a história do espiritismo, voltaremos ao assunto em aulas posteriores. Ainda assim, continuaremos com outras biografias, na seção própria.


LINDOS CASOS DE CHICO XAVIER: por Ramiro Gama


Viajando com um sacerdote
Sentado no ônibus que o levaria a Belo Horizonte, Chico notou que seu companheiro de banco era um Irmão Sacerdote. Cumprimentou-o e entregou-se à leitura de um bom livro. O Sacerdote, também, correspondeu-lhe o cumprimento, abrira um livro sagrado e ficara a lê-lo. Em meio à viagem, passou o ônibus perto de um lugarejo embandeirado, que comemorava o dia de S. Pedro e S. Paulo. O Sacerdote observou aquilo e, depois, virando-se para o Chico comentou: - Vejo esta festividade em honra de dois grandes Santos, e neste livro, leio a história de S. Paulo, cujo autor lhe dá proeminência sobre S. Pedro. Não se pode concordar com isto. S. Paulo é o Príncipe dos Apóstolos, aquele que recebeu de Jesus as chaves da Igreja. Chico, delicadamente, deu sua opinião, e o fez de forma tão simples, revelando grande cultura, que o Sacerdote, que não sabia com quem dialogava, surpreendeu-se e lhe perguntou: - O senhor é formado em Teologia, ou possui algum curso superior? - Não. Apenas cursei até o quarto ano de instrução primária. - Mas, como sabe tanta coisa da vida dos santos, principalmente de S. Paulo, de S. Estêvão, de S. Pedro, e de outros, realçando-lhes fatos que ignoro?... - Sou médium... - Então, o senhor é o Chico Xavier, de Pedro Leopoldo? - Sim, para o servir. - Então, permita-me que lhe escreva e prometa-me responder minhas cartas, pois tenho muita coisa para lhe perguntar. Faça-me este favor. Afinal, verifico que Deus... nos pertence... - Pode escrever; de bom grado responder-lhe-ei. Assim trabalharemos não apenas para que Deus nos pertença, mas para que pertençamos também a Deus, como nos ensina o nosso benfeitor Emmanuel. E, até hoje, Chico recebe cartas de Irmãos de todas as crenças , particularmente de Sacerdotes bem intencionados, como o irmão com quem viajou e de quem se tornou amigo. E, tanto quanto lhe permite o tempo, lhes responde e nas respostas vai distribuindo o Pão Espiritual a todos os famintos, ovelhas do grande redil, em busca do amoroso e Divino Pastor, que é Jesus.





NOTÍCIAS HISTÓRICAS
INTRODUÇÃO DO EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
SINAGOGA (do Grego Sunagoge, assembleia, congregação)
Não havia na Judeia senão um único templo, o de Salomão, e Jerusalém, onde se celebravam as grandes cerimônias do culto. Os Judeus para aí seguiam todos os anos em peregrinação, para as principais festas, tais como as de Páscoa, da Dedicação e dos Tabernáculos. Foi nessas ocasiões que, para lá, Jesus fez várias viagens. As outras cidades não tinham templos, mas sinagogas, edifícios onde os Judeus se reuniam aos sábados para fazer preces públicas, sob a direção dos Anciãos, dos escribas ou doutores da lei; faziam-se aí, também, leituras tiradas dos livros sagrados que eram explicados e comentados; cada um podia nelas tomar parte e, por isso, Jesus, sem ser sacerdote, ensinava nas sinagogas, nos dias de sábado.
Depois da ruína de Jerusalém e da dispersão dos Judeus, as sinagogas, nas cidades que les habitavam, serviam-lhes de templos para a celebração do culto.

MÚSICA: TIM E VANESSA
MUITO LINDA: Aos pés do monte


APRENDIZADO COM HUMOR

BIOGRAFIAS (GRANDE VULTOS DO ESPIRITISMO)


JOHN WILMOT ROCHESTER

Conde de Rochester

O Espírito que conhecemos sob o nome de conde de Rochester, está intimamente ligado - no que se refere à produção de suas obras - ao da médium Wera Krijanowski.


Pouca coisa pode-se dizer a respeito de John Wilmont, conde de Rochester, no que concerne a sua existência física. Almirante célebre no reinado de Carlos II, da Inglaterra, foi autor de poesias satíricas, bastante apreciadas em sua época, e possuía vasta cultura.


Nasceu em 1647 e morreu em 1680, aos 33 anos de idade.


No estado de Espírito, Rochester recebeu a missão de trabalhar pela propagação do Espiritismo.


Para poder cumprir a tarefa, escolheu e preparou desde a infância a médium Wera Ivanova Krijanowskaia, jovem filha de distinta família russa.


Não obstante haver recebido sólida instrução no Instituto Imperial de S. Petersburgo, Wera não se aprofundou em nenhum ramo de conhecimento. Sua mediunidade consistia, principalmente, na escrita mecânica. O automatismo que a caracterizava fazia sua mão traçar as palavras com rapidez vertiginosa e completa inconsciência de ideias.


As narrações que lhe eram ditadas denotam amplo conhecimento da vida e dos costumes antigos e trazem em suas minúcias tal cunho de feição local e de verdade histórica, que é difícil ao leitor não lhes reconhecer a autenticidade.


Afigura-se-nos impossível que um historiador, por mais erudito que seja, possa estudar, simultaneamente e a fundo, épocas e meios tão diferentes como as civilizações assíria, egípcia, grega e romana; bem como costumes tão dessemelhantes quanto os da França de Luís XI e os da Renascença.


No período compreendido entre 1882 e 1920, foram escritos 51 romances, quinze dos quais têm tradução para o português: O chanceler de ferro, O faraó Mernephtah, Romance de uma Rainha (2 volumes), Episódio da Vida de Tibério, Herculanum, O Sinal da Vitória, A Abadia dos Beneditinos, Naema, A Bruxa, A lenda do Castelo de Montinhoso, A vingança do Judeu, A feira dos Casamentos, Na Fronteira, O Elixir da Longa Vida, A Noite de São Bartolomeu, Narrativas Ocultas.


A temática da obra de Rochester começa no Egito faraônico, passa pela antiguidade greco-romana e pela Idade Média e chega até o século XIX.


Nos seus romances, a realidade navega num caudal fantástico, em que o imaginário ultrapassa os limites da verossimilhança, tornando naturais fenômenos que a tradição oral cuidou de perpetuar como sobrenaturais.


O referencial de Rochester é pleno de conteúdo sobre costumes, leis, antigos mistérios e fatos insondáveis da História, sob um revestimento romanesco, onde os aspectos sociais e psicológicos passam pelo filtro sensível de sua grande imaginação.


A classificação do gênero, em Rochester, é dificultada por sua expansão em várias categorias: terror gótico com romance, sagas de família, aventuras e incursões pelo fantástico.


É tão grande o número de edições das obras de Rochester, espalhadas por inúmeros países, que não é possível fazer ideia de sua magnitude, principalmente ao se considerar que, segundo os pesquisadores, muitas dessas obras são desconhecidas do grande público.


Diversos cultores dos romances de Rochester efetuaram (e, quiçá, efetuam) pesquisas em bibliotecas de vários países, notadamente na Rússia, para localizar obras ainda desconhecidas. É o que se depreende dos prefácios transcritos em diversas obras.


Nesta sucinta descrição da vida e obra de Rochester, tendo em vista o grande número de obras publicadas, abstivemo-nos de relacionar todas elas. O leitor interessado, todavia, encontrará a relação completa no livro: Narrativas ocultas.


A Sociedade Científica de Espiritismo de Paris publicou uma mensagem mediúnica de Rochester, que figura no prefácio da obra Episódio da Vida de Tibério, em francês, na qual ele afirma que muitas narrativas completariam sua obra mediúnica, e que a última a aparecer seria Memória de um Espírito Errante, com a descrição da última encarnação dos autores do drama secular de suas obras, e que estariam encarnados na Terra neste período.


Segundo afirmativa dos membros do grupo espírita no qual Rochester se manifestava, a obra referida seria seu trabalho capital e uma espécie de enciclopédia do Espiritismo.


Narrando as existências de diversos Espíritos, que a cada vez voltam a sofrer uma nova prova terrestre, essas obras estabelecem o princípio da reencarnação progressiva, tal como foi ensinado por Allan Kardec, em contraste com o dogma do inferno eterno, desmentido formal às desesperadas palavras de Dante: Lasciate ogni speranza voi ch'entrate! (Percai as esperanças, vós que aqui entrais).


Autor Desconhecido – Fonte do texto e imagem: Internet Google.
NOSSO INFORMATIVO MENSAL


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