OS DISCÍPULOS DE JESUS

OS DISCÍPULOS DE JESUS
"Os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem." Jesus"

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

ATUALIZAÇÃO DO DIA 08/01/2014



PARTE 5
AVALIAR AS SITUAÇÕES COM PRECISÃO


AUTOR MIGUEL LUCAS


Licenciado em Psicologia, exerce em clínica privada. É também preparador mental de atletas e equipas desportivas, treinador de atletismo e formador na área do rendimento desportivo.




Ao avaliar com precisão os erros e situações negativas nas quais nos encontramos ou estamos atravessando, leva-nos a atravessar por um período de tempo onde as memórias e pensamentos emergem nas nossas mentes espontaneamente, acompanhado de sentimentos de angustia, acionando-se alarmes de alerta na forma de preocupações. Isso pode ser bom ou pode ser mau, dependendo de como fazemos uso da experiência sentida. Será que a culpa contribui para sermos mais inteligentes? Não. Não, porque o ser humano tem a benção da linguagem e do pensamento complexo. Com uma linguagem que pode manipular conceitos e interpretar situações e emoções como nenhum outro ser vivo. O sentimento de culpa (destrutiva) deve-se ao processo de revisão e ensaios, que é implementada com a nossa decisão de escolha, depois de algo negativo ter acontecido. Mas o que nós ensaiamos na nossa mente, faz a diferença entre tornarmo-nos mais inteligentes e funcionais ou tornarmo-nos menos capazes e inadequados.

Nós, seres humanos podemo-nos tornar mais ou menos inteligentes (com respostas mais ou menos adequadas aos nossos objetivos), porque podemos escolher os elementos que estamos a ligar (“emparelhar”) no nosso processo de raciocínio (forma de pensar). Por exemplo, analise a situação em que alguém depois de ficar acordado a noite toda, vai conduzir, adormece e tem um acidente. Se ele usa o processo natural de culpa para ruminar e recriminar-se acerca de ser irremediavelmente estúpido, e um falhado, ele está a queimar o cérebro desnecessariamente.

A ideia fundamental, é a de que nada lhe serve estar a usar o seu cérebro para pensar/ruminar de forma depreciativa acerca de si mesmo. Ele vai tornar-se mais incapaz do que antes do acidente. Ou, se perante as mesmas circunstâncias, ele usa o processo de culpa e recriminação por ter esquecido o pé de coelho da sorte (ou qualquer outra coisa associada à sorte), ele não vai ser mais esperto e raciocinar de forma mais adequada, provavelmente irá prejudicar-se ainda mais (isto assumindo que o pé de coelho não dá sorte.) Ou, se ele usa medicamentos, álcool, drogas, hipnose ou qualquer um dos milhares de distrações possíveis para evitar qualquer sentimento de culpa, ele não vai ser mais inteligente. Perder a oportunidade de aprender algo realmente importante através da experiência terrível que foi acidente de carro, é o que o sentimento de culpa promove, porque irá aumentar a probabilidade de fazer a mesma coisa de novo, como fez antes do acidente.

Mas, se ele usa a culpa para censurar-se por não dormir o suficiente e, em seguida pensar em ir dirigir sonolento, da próxima vez que esses elementos ocorrerem juntos, ele vai ficar nervoso antes de entrar no carro devido à ideia de ir dirigir, ou ele pode até ficar nervoso na noite em que tiver de permanecer acordado até tarde. Assim, ele pode ter espatifado um carro, mas ficará muito menos propenso a cometer esse erro novamente. Pelo menos ele retirou algo de positivo e construtivo do seu infortúnio (aprendeu que irá proteger-se em situações semelhantes no futuro). Esta é sem dúvida uma forma de pensamento positivo perante uma situação catastrófica.




GRANDES VULTOS DO ESPIRITISMO
BIOGRAFIA DE HOJE


Maria Dolores

Maria de Carvalho Leite, nascia na cidade sertaneja de Bonfim de Feira - BA, no dia 10 de Setembro de 1900, filha de Hermenegildo Leite, escrivão da prefeitura, e da doméstica Balmina de Carvalho Leite. Em Bonfim passou a infância junto com três irmãos e duas irmãs.

Em 1916, diplomou-se Professora pelo Educandário dos Perdões, considerada pelas colegas e professores como adolescente prodígio, graças a rara inteligência.

"A poesia começou a senti-la na cidade natal, ainda quase criança, a transformar-se, mais tarde na poetisa de bons versos que todos conhecemos".

Reuniu alguns de seus poemas no livro "Ciranda da Vida", sendo reconhecida na Capital pela sua arte, passou a escrever nos jornais "Diário de Notícias" e "O Imparcial" sendo, neste último, Redatora-Chefe da "Página Feminina". Durante 13 anos, escrevera nos jornais citados, mostrando um mundo de ternura que trazia dentro de si, adaptando pseudônimo de "Maria Dolores".

Dolores lecionou nos Educandário dos Perdões e Ginásio Carneiro Ribeiro, em Salvador. Daí, porque entendemos o seu modo todo especial de ensinar, através dos versos as almas aflitas.

Mas a sua vida não poderia ser somente flores: estava-lhe reservada uma prova de sofrimentos morais.

Casara-se com o médico Odilon Machado. Suportando infeliz consórcio durante alguns anos, finalmente deu-se a solução pelo desquite. Não houve filhos desta união, como nunca os teria Maria Dolores.

Em sua peregrinação, morou em várias cidades da Bahia, e foi em Itabuna que conheceu Carlos Carmine Larocca, italiano radicado no Brasil; tornou-se sua companheira ajundando-o, ombro a ombro, em suas atividades.

Notamos nos seus versos o quanto sofrera, buscando algo que não encontrava: a sua complementação afetiva, tal como fora planejado pela providência, para que buscasse o Amor Maior, que ela soube encontrar um dia - Jesus ! Tanto sofrimento não foi capaz de torná-la indiferente ao sofrimento humano. Na imprensa, falava dos direitos humanos e do sofrimento dos menos felizes. Não foi compreendida: tacharam-na de "comunista" tendo de responder sobre as acusações que lhe faziam, pois fora intimada.

Em menina, fora católica; em adulta, o sofrimento fizera-lhe conhecer a Doutrina de Allan Kardec, e veio a consolação, a aceitação do sofrimento.

Tornou-se membro integrante da Legião da Boa Vontade, com o seu espírito aberto e cheio de ideais.

Fazia campanhas, prendas para os bazares realizados em sua própria casa. Fundara um grupo que se reunia em sua residência todas as semanas, quando saíam para distribuir, nos bairros carentes escolhidos, farnéis, roupas, remédios... Chamavam-se "As Mensageiras do Bem". No natal, faziam campanhas e distribuíam donativos assim como nos Dia das Mães. Dolores costurava enxovais, vendia o que era seu ou emprestava; às vezes, fazia dívidas para si, a fim de ajudar alguém.

"Trazia em si, Maria Dolores, um grande sentimento maternal e, como não lhe foi dado o direito da maternidade, adotou seis crianças. A primeira, em Itabuna, que foi registrada com o nome de Nilza Yara Larocca (1936), depois em Salvador mais duas filhas: Maria Regina e Maria Rita (1954). Em 1956, vieram Leny e Eliene e, um mês antes da sua desencarnação, Lisbeth.

Carlos (o esposo) estava na Itália quando Dolores adoecera; a pneumonia manisfestara-se de uma forma violenta. No dia 27 de Agosto de 1959 ela partia de volta a Pátria Espiritual.

"Dolores era alva, de cabelos e olhos pretos, alegre e brincalhona, de estatura mediana e robusta de físico. Desencarnara aos 59 anos, mas a sua lira continuou vibrando em benefício do amor, da caridade e do perdão - o seu hino ao Senhor, não diferente dos hinos que tocava e cantava era cheio da alegria de servir".

Perguntando a Chico Xavier qual o primeiro poema que Maria Dolores escreveu por seu intermédio, ele nos disse ser o belíssimo "Anseio de Amor", inserido nas páginas de "Antologia da Espiritualidade".

Fonte desta biografia e imagem: Internet Google.

ESPIRITISMO PARA CRIANÇAS
DE CAIRBAR SCHUTEL
PERGUNTA: Deus é então é a Fonte Suprema da Bondade e da Justiça?
RESPOSTA: Sim, é o manancial onde bebemos as forças de que carecemos para o desenvolvimento das nossas faculdades intelectuais e morais.
NOSSO COMENTÁRIO: Sem passar para a criança a ideia de Deus, como homem, explicar que é o Criador de tudo que existe no Universo e dizer que não sabemos e ainda não temos condições de saber como ELE é, mas sabemos que não pode ter a forma humana, pois mesmo essa, um dia, não a teremos. Podemos também afirmar, que Deus, fez todas as Leis da Natureza e é a forma que ELE fala conosco. Portanto, ficamos infelizes quando nos afastamos dessas Leis ou ficamos felizes quando atuamos de conformidade com essas Leis.


APRENDIZADO COM AMOR


NOSSO COMENTÁRIO: Em atualização anterior, dizemos que não podemos aceitar tudo que os espíritos nos mandam fazer ou nos fornecem uma informação. Pois, há Espíritos brincalhões, pseudo sábios, ignorantes e malfazejos e outros e que querem nos enganar. É claro que existem os bons que querem nos ajudar.Vale lembrar o que diz o evangelista João em sua 1a.Espístola cap.4:1: "Amados, não creiais em todos os Espíritos, mas provais se os Espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas, se têm levantando no mundo."
Assim, acima, apresentamos o critério Espírita, para discernir se podemos confiar em uma informação ou pedido de um Espírito. 

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