SÃO OS VOTOS DE RITA E TADEU
OS DISCÍPULOS DE JESUS
"Os meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem." Jesus"
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
SEJA SEMPRE FELIZ! VAMOS COMEMORAR COM O VERDADEIRO ANIVERSARIANTE! VOLTAREMOS ÀS ATUALIZAÇÕES DIA 26/12/2013
Postado por
CENTRO ESPÍRITA DISCÍPULOS DE JESUS DE PENÁPOLIS
às
terça-feira, dezembro 24, 2013
0
comentários
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
ATUALIZAÇÃO DO DIA 23/12/2013 - BOA TARDE! MUITA PAZ A TODOS!
ARTIGO DO DIA
UM DOGMA
DEIXA A TEOLOGIA ABALADA, A CONCEPÇÃO DE MARIA IMACULADA
A doutrina da Imaculada
Conceição quer dizer que a Mãe de Jesus é isenta do pecado original, que, na
verdade, é o carma.
Maria de Nazaré, depois de Jesus, é de fato o
mais sublime espírito que já veio a esse nosso planeta. Mas como diz a
filosofia, “tudo de mais é ruim”. E como erradamente os teólogos endeusaram
Jesus, o Rei da História da Humanidade, transformaram também Maria numa espécie
de Deus em seu aspecto feminino.
A mitologia tinha seus deuses com os dois
aspectos masculino e feminino, o que influenciou a teologia cristã primitiva e
até a própria Bíblia. Na verdade, Deus é neutro, não sendo nem masculino nem
feminino. Mas Nossa Senhora perante os fiéis cristãos, na prática, passou a ser
vista psicologicamente como sendo uma espécie de Deus em seu aspecto feminino,
não obstante isso nunca ter sido declarado abertamente. Aliás, o Espírito
Santo, que, pela Bíblia, é o conjunto de todos os espíritos (Daniel 13: 45 da
Bíblia Católica; e 1 Coríntios 6: 19), era visto também por muitos teólogos dos
cristianismo primitivo como sendo do gênero feminino.
E eis alguns
exemplos dos deuses mitológicos com seus aspectos e modos femininos semelhantes
aos de Maria. Na Grécia, a “mãe dos deuses”, Artêmis, Deméter, Atenas (virgem,
em grego “parthenos, a qual tem junto de si uma serpente). Para os romanos: Minerva,
Ceres e Diana (com uma lua crescente sob os pés). Entre os hindus, Kâli e a
“Mãe-Deus”, no aspecto feminino de Brahma ou de Vichnou. Para os gauleses,
temos Koridwen. E, no Egito, temos Ísis (com uma criança nos braços).
Daí foi um passo para se dar também à Mãe de
Jesus o título de “Mãe de Deus” (“Teotokos”). Mas lembremo-nos de que Jesus só
chamava Deus de Pai, nunca de Mãe!
O
objetivo desse título polêmico, “Mãe de Deus”, era para dar força à ideia de
que Jesus não é só Filho de Deus, mas também outro Deus Todo-Poderoso, tal qual
o Pai. E uma parte dos teólogos concluiu que Maria foi concebida sem pecado
original. Por isso, forçosamente, se teria que concluir que a fecundação dela
não foi feita por seus pais, são Joaquim e santa Ana. Mas como se aceitar isso,
se a própria fecundação de Jesus pelo Espírito Santo já é complicada questão de
fé?
Maria, por ser Mãe
de Jesus, é sem dúvida nenhuma, um espírito imaculado. E a doutrina da Imaculada
Conceição já era ensinada pela Igreja, desde o Concílio Ecumênico de Éfeso
(431), mas só foi proclamada como dogma, que respeito, pelo Papa Pio IX, em 8
de dezembro de 1854.
Mas não foi sem
razão que muitos teólogos cristãos foram contrários a essa doutrina de Maria
concebida sem pecado original, entre eles, santo Agostinho, são Tomás de Aquino
e são Bernardo.
É que esses renomados teólogos perceberam
que a teologia cristã seria abalada com essa confusa doutrina da Imaculada
Conceição, que respeitamos, mas que, realmente, recebeu a influência da
mitologia!
JOSÉ REIS CHAVES
Na
TV Mundo Maior, por parabólica e www.tvmundomaior.com.br, o programa “Presença
Espírita na Bíblia”, com Celina Sobral e este colunista, às 20h das quintas, e
às 23h dos domingos. Perguntas: presenca@tvmundomaior.com.br
E
recomendo, na Rede TV, o “Transição”, aos domingos, às 16h15.
“O Evangelho Segundo o
Espiritismo”, de Kardec, pela Ed. Chico Xavier. www.editorachicoxavier.com.br
(31) 3636-7147 - 0800-283-7147, com tradução deste colunista.
Pelos seus 80 anos, parabéns ao Fernando de Magalhães, leitor e
colecionador das matérias desta coluna.
Todos os
livros do colunista José Reis Chaves podem ser adquiridos na Editora e
Distribuidora de Livros Espíritas Chico Xavier, entre eles “A Reencarnação na
Bíblia e na Ciência”, 8ª Edição, e “A Face Oculta das Religiões”, Ed. EBM ou
Megalivros, SP, e a sua tradução para o português de “O Evangelho Segundo o
Espiritismo”, de Kardec. www.editorachicoxavier.com.br contato@editorachicoxavier.com.br
Telefones:
(31) 3636-7147
3635-2585
3637-1048
0800-283-7147
************************************************************************
APRENDIZADO COM HUMOR
NOSSO COMENTÁRIO: Vide Atualização do dia 22/12/2013
*********************************************************************************
NOSSO COMENTÁRIO: Não é a postura corporal que determina se o passe vai ser eficaz ou não. O que determina é receptividade da pessoa. Recebemos ou não, as energias do passe através da nossa mentalização, isto é, como diz Allan Kardec, em A Gênese, a energia da vontade.
Acreditar, que a Consciência Cósmica, já nos deu tudo que precisamos, basta que busquemos, dentro de nós.(O Reino de Deus, está dentro de vós. Jesus), ter confiança na ajuda espiritual, no médium passista e em si mesmo. E principalmente, aceitar que a resposta do passe ou da prece, será sempre a que necessitamos e não aquilo que queremos.
Como a energia é fluídica, não impede que penetre pelos pontos de entrada de energia e circule pelo nosso corpo, até chegar ao local físico necessitado ou nos campos dos sentimentos, para fortalecê-los.
*******************************************************************************
![]() |
*********************************************************************************
Divaldo Franco e um dos mais lindos casos de Chico Xavier
Quem teve a ventura de assistir a uma das palestras de Divaldo Franco em Teresópolis, na Faculdade de Medicina, ficou conhecendo também um dos mais lindos casos de Chico Xavier...
Contou Divaldo, em meio aos ensinamentos que sempre transmite, que em sua recente estada na África, cumprindo longo e ininterrupto roteiro de palestras, enfrentou logo de início, surpreendentes mudanças climáticas. Pois ele saíra de Salvador, com seu primo Nilson de Souza Pereira, com os termômetros marcando quase 40 graus à sombra. No dia seguinte, em Pretória, cidade em que fez a primeira palestra, os termômetros já marcavam temperaturas negativas. Um dia após, em outra cidade africana, a temperatura já era positiva. as bruscas mudanças foram sentidas pelo Nilson. Tarde da noite ele estava com febre alta e Divaldo tentou, inclusive, chamar um médico. Não havia telefone. Ele ignorava também onde estavam os anfitriões que, tão generosamente, propiciaram aquela hospedagem tão acolhedora.
Divaldo contou que orou, aplicou passes magnéticos em Nilson e, subitamente lembrou que, àquela hora, Chico Xavier deveria estar em Uberaba atendendo aos sofredores que vindos de toda parte, lhe solicitam orações, notícias de familiares desencarnados, e pedem também uma palavra bondosa e amiga.
Divaldo, então, buscou mentalmente, o socorro de Chico Xavier. De repente, eis que lhe surge à frente o Chico. Põe a mão na testa do Nilson e acalma Divaldo, dizendo tratar-se de um simples choque térmico. Aplica um passe no enfermo e diz que, em duas horas tudo se normalizará. "E foi isso mesmo que ocorreu, antes mesmo das duas horas tão esperadas" - acrescentou Divaldo.
Na manhã do dia seguinte, encantado com o fato, Divaldo telefonou lá da África para Altiva Noronha, sua amiga, em Uberaba, que frequenta as reuniões, realizadas aos sábados pelo Chico Xavier. Relata o próprio Divaldo:
"Eufórico, eu queria contar tudo a ela. Mas Altiva falou primeiro e, foi dizendo:
- Olhe, Divaldo, tenho um recado do Chico para você. Ele manda avisar que se lembra da sua grande preocupação com Nilson. Pediu-me que, quando você chegasse, eu dissesse...
E Altiva foi contando tudo o que aconteceu. Quando terminou perguntou:
Mas, Divaldo o que é que você queria me contar?
Uai, você já está no Brasil? Já chegou ?
Não, Altiva. Era tudo, isso que você me contou que eu queria contar. Ainda estou na África.
Ana Maria Spranger Luiz.
(Extraído - SEI número 1245)
(Fonte Internet: http://www.fortuneci...40/inform15.htm)
*********************************************************************************************
MÚSICA PARA ALEGRAR SEU CORAÇÃO
***************************************************************
ESPIRITISMO PARA NOSSAS CRIANÇAS
BIOGRAFIA - GRANDES VULTOS
Jean Jacques Rosseau
Seu nome é lembrado toda vez que ocorrem estudos biográficos do Codificador.
Jean Henri Pestalozzi, o educador atento e homem íntegro, assimilou o pensamento de Rousseau, a partir do contato que teve com a sua obra capital: Émile ou de l'Éducation.
E foi por intermédio de Yverdun e de Pestalozzi que Rivail (Kardec) abeberou-se na doutrina da natureza de Rousseau.
Esse homem estranho, que tem seu nome estreitamente ligado à área pedagógica, foi romancista, memorialista, teórico social e político e um ideólogo.
Nascido em Genebra, na Suíça, a 28 de junho de 1712, até os seus 38 anos, era conhecido apenas como músico.
Órfão de mãe ao nascer, com apenas 10 anos de idade foi entregue aos cuidados de um pastor, em Bossey, retornando a sua cidade natal dois anos depois e ali, foi aprendiz de gravador.
Peregrinando entre a Suíça e a França, tornou-se professor de música em Lausanne e Chambéry, e aos 19 anos, deslumbrou-se com a capital parisiense.
Conseguindo quem o amparasse, na qualidade de protetores, entre os quais Mme. de Warens, da cidade de Chambéry, chegou a acompanhar o embaixador da França a Veneza, na qualidade de secretário.
Dedicado à música, teve recusado seu projeto de uma nova notação musical, apresentado na Academia de Ciências, em Paris.
O sucesso musical seria alcançado em 1750, quando foi premiado, pela Academia de Dijon, o seu ensaio, Discurso sobre as ciências e as artes.
A partir daí, suas novas produções teatrais e musicais são melhor acolhidas. No Discurso premiado, Rousseau responde à pergunta proposta pela Academia de Dijon, em concurso: se o progresso das ciências e das letras concorreu para corromper ou depurar os costumes, onde afirma a primeira alternativa.
Foi um contestador da sociedade tal como era organizada. Quatro anos depois, no seu discurso sobre a desigualdade entre os homens, afirmaria que a desigualdade e a injustiça eram os frutos de uma hierarquia mal constituída, que a organização social não corresponde à verdadeira natureza humana, corrompendo-a e sufocando o seu potencial.
No campo da música Rousseau escreveu a ópera-balé As musas galantes e a ópera cômica, O adivinho da aldeia.
Foi amigo dos enciclopedistas, entre os quais Diderot e Grimm, com os quais romperia mais tarde, tornando-se objeto de hostilidades tanto do governo como dos seus ex-amigos enciclopedistas, chegando a ter sua prisão decretada, o que o fez refugiar-se na Suíça, depois na Inglaterra.
Rousseau foi a mais profunda influência sobre o pré-romantismo, encontrando-se os traços dessa influência no romantismo francês de Chateaubriand, Lamartine e Victor Hugo, bem assim inspirou personagens de Goethe, de Foscolo, bem como personagens de Byron.
Seu romance de amor, A nova Heloísa, publicado em 1761 teve um sucesso extraordinário. Ao mesmo tempo romance filosófico, exalta a pureza em luta contra uma ordem social corrompida e injusta. Descreve um amor irrealizado.
Possivelmente o retrato do que ele mesmo viveu.
No ano seguinte, surgiram suas obras mais discutidas: Do contrato social e Emílio ou da Educação.
Na primeira, Rousseau apresenta o Estado ideal como resultante de um acordo comum entre os seus membros. Para esse acordo, faz-se necessário se estabeleçam obrigações. Para se tornarem cidadãos, os indivíduos devem ceder algumas de suas prerrogativas.
A vontade geral, que é a da coletividade, é a que deve prevalecer. É um Estado que garante os direitos dos cidadãos. Em Emílio, em forma romanesca, Rousseau imagina a educação de um jovem. É o processo da formação do indivíduo, que deveria ser ensinado a ver com "os próprios olhos". Afirmava ali, o pedagogo francês: “a educação do homem começa no seu nascimento; antes de falar, antes de escutar, ele já se instrui”.
A experiência precede as lições; no momento em que ele conhece a sua ama de leite, ele já adquiriu muito. Se considerarmos a idéia da pré-existência da alma e o Espírito reencarnante presente no processo gestatório, desde a fecundação, o pensamento de Rousseau ganha maior significado.
Para ele, a educação é um processo espontâneo, natural, particularizando a necessidade do contato com a natureza. Mais do que conhecer, o ser necessita ser capaz de discernir.
A respeito de Deus, na última parte da obra, resume Rousseau: "Esse Ser que quer e que pode, esse Ser, ativo por si mesmo, esse Ser, enfim qualquer que seja, que move o universo e ordena todas as coisas, eu o chamo Deus.
Acrescento a esse nome as idéias reunidas de inteligência, de poder, de vontade, e a de bondade, que é uma conseqüência necessária; apesar disto não conheço melhor o Ser que assim classifico; ele se furta, tanto aos meus sentidos como ao meu entendimento; quanto mais penso nele, mais me confundo; sei com muita certeza que ele existe, e que existe por si mesmo; sei que minha existência é subordinada à sua, e que todas as coisas que conheço se encontram absolutamente no mesmo caso. Percebo Deus por toda parte em suas obras; sinto-o em mim, vejo-o à minha volta; mas tão logo quero contemplá-lo em si mesmo, tão logo quero procurar onde está, o que é, qual a sua substância, ele me escapa, e meu espírito perturbado não percebe mais nada."
A sua obra mais delicada e de emoção mais tranqüila, denomina-se Devaneios de um passeante solitário.
Referir-se-ia porventura, o escritor à sua breve passagem pela Terra? Exatamente à transitoriedade da encarnação?
Ao escrevê-lo já se encontra enfermo, mas ainda sensível à beleza natural da vida.
Queixa-se da incompreensão de todos, afirma-se amigo da Humanidade desprezado pelos homens e dá uma imagem idílica da natureza.
É seu testamento final. O dia 2 de julho de 1778 assinala o término da sua jornada terrena na personalidade de Jean-Jacques Rousseau. Contava 66 anos de idade.
Na Doutrina Espírita, que surgiria na Terra, quase 80 anos depois, Rousseau teria saciada sua fome e sede de justiça, igualdade e conhecimento.
Eis como ele se expressa em mensagem inserida em O Livro dos Médiuns, pelo Codificador: "Penso que o Espiritismo é um estudo todo filosófico das causas secretas dos movimentos interiores da alma, até agora nada ou pouco definidos. Explica, mais do que desvenda, horizontes novos.
A reencarnação e as provas, sofridas antes de atingir o Espírito a meta suprema, não são revelações, porém uma confirmação importante. Tocam-me ao vivo as verdades que por esse meio são postas em foco. Digo intencionalmente “meio” porquanto, a meu ver, o Espiritismo é uma alavanca que afasta as barreiras da cegueira.
Ressuscitando o espiritualismo, o Espiritismo restituirá à sociedade o surto, que a uns dará a dignidade interior, a outros a resignação, a todos a necessidade de se elevarem para o Ente supremo, olvidado e desconhecido pelas suas ingratas criaturas.
Autor Desconhecido. Fonte da biografia: Internet Google.
Seu nome é lembrado toda vez que ocorrem estudos biográficos do Codificador.
Jean Henri Pestalozzi, o educador atento e homem íntegro, assimilou o pensamento de Rousseau, a partir do contato que teve com a sua obra capital: Émile ou de l'Éducation.
E foi por intermédio de Yverdun e de Pestalozzi que Rivail (Kardec) abeberou-se na doutrina da natureza de Rousseau.
Esse homem estranho, que tem seu nome estreitamente ligado à área pedagógica, foi romancista, memorialista, teórico social e político e um ideólogo.
Nascido em Genebra, na Suíça, a 28 de junho de 1712, até os seus 38 anos, era conhecido apenas como músico.
Órfão de mãe ao nascer, com apenas 10 anos de idade foi entregue aos cuidados de um pastor, em Bossey, retornando a sua cidade natal dois anos depois e ali, foi aprendiz de gravador.
Peregrinando entre a Suíça e a França, tornou-se professor de música em Lausanne e Chambéry, e aos 19 anos, deslumbrou-se com a capital parisiense.
Conseguindo quem o amparasse, na qualidade de protetores, entre os quais Mme. de Warens, da cidade de Chambéry, chegou a acompanhar o embaixador da França a Veneza, na qualidade de secretário.
Dedicado à música, teve recusado seu projeto de uma nova notação musical, apresentado na Academia de Ciências, em Paris.
O sucesso musical seria alcançado em 1750, quando foi premiado, pela Academia de Dijon, o seu ensaio, Discurso sobre as ciências e as artes.
A partir daí, suas novas produções teatrais e musicais são melhor acolhidas. No Discurso premiado, Rousseau responde à pergunta proposta pela Academia de Dijon, em concurso: se o progresso das ciências e das letras concorreu para corromper ou depurar os costumes, onde afirma a primeira alternativa.
Foi um contestador da sociedade tal como era organizada. Quatro anos depois, no seu discurso sobre a desigualdade entre os homens, afirmaria que a desigualdade e a injustiça eram os frutos de uma hierarquia mal constituída, que a organização social não corresponde à verdadeira natureza humana, corrompendo-a e sufocando o seu potencial.
No campo da música Rousseau escreveu a ópera-balé As musas galantes e a ópera cômica, O adivinho da aldeia.
Foi amigo dos enciclopedistas, entre os quais Diderot e Grimm, com os quais romperia mais tarde, tornando-se objeto de hostilidades tanto do governo como dos seus ex-amigos enciclopedistas, chegando a ter sua prisão decretada, o que o fez refugiar-se na Suíça, depois na Inglaterra.
Rousseau foi a mais profunda influência sobre o pré-romantismo, encontrando-se os traços dessa influência no romantismo francês de Chateaubriand, Lamartine e Victor Hugo, bem assim inspirou personagens de Goethe, de Foscolo, bem como personagens de Byron.
Seu romance de amor, A nova Heloísa, publicado em 1761 teve um sucesso extraordinário. Ao mesmo tempo romance filosófico, exalta a pureza em luta contra uma ordem social corrompida e injusta. Descreve um amor irrealizado.
Possivelmente o retrato do que ele mesmo viveu.
No ano seguinte, surgiram suas obras mais discutidas: Do contrato social e Emílio ou da Educação.
Na primeira, Rousseau apresenta o Estado ideal como resultante de um acordo comum entre os seus membros. Para esse acordo, faz-se necessário se estabeleçam obrigações. Para se tornarem cidadãos, os indivíduos devem ceder algumas de suas prerrogativas.
A vontade geral, que é a da coletividade, é a que deve prevalecer. É um Estado que garante os direitos dos cidadãos. Em Emílio, em forma romanesca, Rousseau imagina a educação de um jovem. É o processo da formação do indivíduo, que deveria ser ensinado a ver com "os próprios olhos". Afirmava ali, o pedagogo francês: “a educação do homem começa no seu nascimento; antes de falar, antes de escutar, ele já se instrui”.
A experiência precede as lições; no momento em que ele conhece a sua ama de leite, ele já adquiriu muito. Se considerarmos a idéia da pré-existência da alma e o Espírito reencarnante presente no processo gestatório, desde a fecundação, o pensamento de Rousseau ganha maior significado.
Para ele, a educação é um processo espontâneo, natural, particularizando a necessidade do contato com a natureza. Mais do que conhecer, o ser necessita ser capaz de discernir.
A respeito de Deus, na última parte da obra, resume Rousseau: "Esse Ser que quer e que pode, esse Ser, ativo por si mesmo, esse Ser, enfim qualquer que seja, que move o universo e ordena todas as coisas, eu o chamo Deus.
Acrescento a esse nome as idéias reunidas de inteligência, de poder, de vontade, e a de bondade, que é uma conseqüência necessária; apesar disto não conheço melhor o Ser que assim classifico; ele se furta, tanto aos meus sentidos como ao meu entendimento; quanto mais penso nele, mais me confundo; sei com muita certeza que ele existe, e que existe por si mesmo; sei que minha existência é subordinada à sua, e que todas as coisas que conheço se encontram absolutamente no mesmo caso. Percebo Deus por toda parte em suas obras; sinto-o em mim, vejo-o à minha volta; mas tão logo quero contemplá-lo em si mesmo, tão logo quero procurar onde está, o que é, qual a sua substância, ele me escapa, e meu espírito perturbado não percebe mais nada."
A sua obra mais delicada e de emoção mais tranqüila, denomina-se Devaneios de um passeante solitário.
Referir-se-ia porventura, o escritor à sua breve passagem pela Terra? Exatamente à transitoriedade da encarnação?
Ao escrevê-lo já se encontra enfermo, mas ainda sensível à beleza natural da vida.
Queixa-se da incompreensão de todos, afirma-se amigo da Humanidade desprezado pelos homens e dá uma imagem idílica da natureza.
É seu testamento final. O dia 2 de julho de 1778 assinala o término da sua jornada terrena na personalidade de Jean-Jacques Rousseau. Contava 66 anos de idade.
Na Doutrina Espírita, que surgiria na Terra, quase 80 anos depois, Rousseau teria saciada sua fome e sede de justiça, igualdade e conhecimento.
Eis como ele se expressa em mensagem inserida em O Livro dos Médiuns, pelo Codificador: "Penso que o Espiritismo é um estudo todo filosófico das causas secretas dos movimentos interiores da alma, até agora nada ou pouco definidos. Explica, mais do que desvenda, horizontes novos.
A reencarnação e as provas, sofridas antes de atingir o Espírito a meta suprema, não são revelações, porém uma confirmação importante. Tocam-me ao vivo as verdades que por esse meio são postas em foco. Digo intencionalmente “meio” porquanto, a meu ver, o Espiritismo é uma alavanca que afasta as barreiras da cegueira.
Ressuscitando o espiritualismo, o Espiritismo restituirá à sociedade o surto, que a uns dará a dignidade interior, a outros a resignação, a todos a necessidade de se elevarem para o Ente supremo, olvidado e desconhecido pelas suas ingratas criaturas.
Autor Desconhecido. Fonte da biografia: Internet Google.
Postado por carlos varoli
Postado por
CENTRO ESPÍRITA DISCÍPULOS DE JESUS DE PENÁPOLIS
às
segunda-feira, dezembro 23, 2013
0
comentários
domingo, 22 de dezembro de 2013
ATUALIZAÇÃO DO DIA 22/12/2013
NOSSO COMENTÁRIO: A disciplina e o equilíbrio, são fatores primordiais que o médium passista, orientado e informado, utiliza durante a aplicação do passe. Barulho, ruído e outros gestos, além de não potencializar energia, indica falta de estudo e de informação do médium.
APRENDIZADO COM HUMOR
IMAGEM DO DIA
SEM COMENTÁRIOS
EMMANUEL RESPONDE
LIVRO: O CONSOLADOR
PERGUNTA: No campo da química, as forças do plano espiritual auxiliam o
homem terrestre?
RESPOSTA: - Os prepostos de Jesus espalham-se por todos os setores do
trabalho humano e, em todos os tempos, cooperam com o homem no seu esforço de
aperfeiçoamento; aliás, os estudiosos e os cientistas do planeta não criaram os
fenômenos químicos, que sempre existiram
desde a aurora dos tempos, afirmando uma inteligência superior.
Os homens, em verdade, aprenderam a química com a Natureza, copiaram as
suas associações , desenvolvendo a sua esfera de estudos e inventaram uma
nomenclatura, reduzindo os valores químicos, sem lhes aprender a origem divina.
ESTUDO
DO LIVRO A CAMINHO DA LUZ
CHICO
XAVIER/EMMANUEL
I - A
GÊNESE PLANETÁRIA
A
COMUNIDADE DOS ESPÍRITOS PUROS
Rezam
as tradições do mundo espiritual que na
direção de todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma comunidade de Espíritos
puros e eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as
rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.
Essa
comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros
divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da
Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do
nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.
A
primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar,
a fim de que se lançassem, no tempo e no espaço, as balizas do nosso sistema
cosmogônico e os pródromos da vida na matéria em ignição, do planeta, e a
segunda, quando se decidia a vinda do
Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu
Evangelho de amor e redenção.
NOSSO
COMENTÁRIO: Estamos no início do estudo do livro e já podemos notar a grandeza
de Jesus.
É o
nosso arquiteto e governador planetário, a serviço da Consciência Cósmica, Deus
o nosso Criador, juntamente com uma plêiade de Espíritos Superiores, projetaram
e criaram o nosso Planeta.
É um
livro muito importante para o nosso aprendizado. Recomendamos e já indicamos o
estudo do mesmo. Quem puder adquiri-lo, vai observar a sua modernidade com a
ciência atual, em muitos pontos. E sabem quando ele foi publicado? EM 1938!
ARTIGO DO DIA
O CRISTÃO
SEM A PRÁTICA DA CARIDADE, A DEUS ELE NÃO AMA DE VERDADE
Há muita gente que pensa que ser
cristão é estar muito presente na igreja, no templo ou no centro espírita,
ficar dando tapinhas nas costas dos líderes religiosos, e concordar com tudo
que eles ensinam, como se eles fossem infalíveis, quando nem Jesus sabe tudo
(Mateus 24: 36). Isso é, pois, um grande engano.
Quando o Nazareno
disse (Mateus 25: 40): O que fizerdes a um desses pequeninos – pequeninos aqui
são os maiores pecadores –, foi a mim que fizestes, Ele quis mostrar que, como
Ele nos ama de fato no mesmo grau com que Ele ama a si próprio, qualquer mal praticado
contra alguém se torna também, pois, um mal contra Ele mesmo. A mensagem
evangélica é realmente de amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a
si mesmo. Por isso, a caridade é a mais importante das três virtudes teologais:
fé, esperança e caridade, a única que dura para sempre. (1 Coríntios 13:13). E
certa vez, disse o Excelso: “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali
te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa-a perante o
altar, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a
tua oferta.” (São Mateus 5: 23 e 24). Nessa passagem, Jesus nos ensina que nós
devemos reconciliar-nos com o nosso adversário enquanto estamos a caminho com
ele, ou seja, na mesma reencarnação, pois, se assim não agirmos, seremos
colocados no cárcere, isto é, entregues à lei de causa e efeito ou do carma, e
não seremos livres enquanto não pagarmos tudo até o último centavo, o que
demonstra que somos nós mesmos que pagamos os nossos pecados, e que as penas
não são sempiternas. É mais importante, pois, estarmos bem com o nosso
semelhante do que fazermos ofertas a Deus que não precisa de nenhuma oferta
nossa, mas nós precisamos estar em paz e harmonia com os nossos semelhantes,
sem o que não podemos ser felizes e ter desperto em nós o reino de Deus.
Também João, na sua
Primeira Carta, ensina: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é
mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a
Deus, a quem não vê.” (1 João 4: 20). E muito bem inspirado por espíritos
santos, disse Kardec: “Fora da caridade não há salvação.” E caridade é a prática
do amor.
Alguns pastores,
mal informados ou querendo afastar seus fiéis dos meios espíritas, ensinam para
seus fiéis que os espíritas estão perdendo o seu tempo fazendo obras de
caridade, pois diz Paulo que “obras da lei não salvam ninguém.” Acontece que
essas obras da lei são as mosaicas, num total de 613, prescritas por Moisés. Exemplos:
a circuncisão, guardar os sábados, lavar as mãos antes das refeições. Mas
vejamos o que ensina o próprio Paulo: “Ainda que eu tenha o dom de profetizar e
reconheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé ao
ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.” (1 Coríntios 13:
2).
E reiteramos o que
já foi dito, ou seja, que a caridade é a prática do amor!
JOSÉ REIS CHAVES
Na
TV Mundo Maior e também pelo www.tvmundomaior.com.br, o “Presença Espírita
na Bíblia”, com Celina Sobral e este colunista, às 20h das quintas, e às 23h
dos domingos. Perguntas e sugestões: presenca@tvmundomaior.com.br
E,
na Rede TV, o “Transição”, aos domingos, às 16h15.
“O Evangelho Segundo o Espiritismo”, de
Kardec, pela Ed. Chico Xavier. www.editorachicoxavier.com.br
(31) 3636-7147 - 0800-283-7147, com tradução deste colunista.
Recomendo o livro “Atualidade de Kardec – O Perispírito”, de Rubens P.
Meira. Ed. Letras & Textos. editora@fraternidadeassis.com
.br
Todos os
livros do colunista José Reis Chaves podem ser adquiridos na Editora e
Distribuidora de Livros Espíritas Chico Xavier, entre eles “A Reencarnação na Bíblia
e na Ciência”, 8ª Edição, e “A Face Oculta das Religiões”, Ed. EBM ou
Megalivros, SP, e a sua tradução para o português de “O Evangelho Segundo o
Espiritismo”, de Kardec. www.editorachicoxavier.com.br contato@editorachicoxavier.com.br
Telefones:
(31) 3636-7147
3635-2585
3637-1048
0800-283-7147
ESPIRITISMO PARA NOSSAS CRIANÇAS
GRANDES VULTOS DO ESPIRITISMO
sábado, 21 de dezembro de 2013
Chegado
ao Brasil
em
1911, vindo da Itália, natural de Nápoles onde nasceu em 1893, fixou
residência, inicialmente em Vacaria – RS, fixando-se posteriormente em Bom
Jesus – RS.
Como
funcionário do Banco do Estado do Rio Grande do Sul e Prefeitura da cidade,
ingressou no Espiritismo. Foi presidente do Centro Espírita Amor de Jesus e
Colaborador de Marcírio Cardoso de Oliveira na implantação e divulgação da
Doutrina de Kardec, na região serrana.
Grande
orador e dotado de dinamismo invulgar, formou a Caravana de Divulgação que, em
companhia de seu amigo Marcírio e do médium Jure Varella e outros companheiros
de Doutrina, percorriam nos fins de semana os povoados dos campos de “Cima da
Serra”, fundando núcleos familiares e disseminando a leitura das obras
espíritas que conduziam em cargueiros sob o lombo de mulas.
Foi numa
dessas incursões que na localidade de Princesa do Campo – RS, na residência do
agrimensor Vicente Acylino de Oliveira, fundou o Centro Espírita Alunos do Bem,
denominação que o irmão Vicente, ao mudar residência para Caxias do Sul, com
outros conterrâneos que também vieram, fundaram obra espírita com a mesma
denominação e que hoje edita o “Boletim Harmonia”.
Spinelli,
por exigência profissional transferiu-se para a Capital em junho de 1946,
passando desde então a integrar-se através de colaboração a várias sociedades
espíritas de Porto Alegre, não tardando a ser eleito Presidente da Federação
Espírita do Rio Grande do Sul e no movimento nacional.
E já de
início, criou a Caravana da Fraternidade, percorrendo vários estados do país na
propaganda da unificação da prática espírita, que culminou com a assinatura do
Pacto Áureo, onde na qualidade de relator das conclusões do Congresso,
desempenhou a incumbência com brilhantismo e competência, possibilitando a
finalização do ato, em 05 de outubro de 1949, na Casa de Ismael, no Rio de Janeiro
.
Na
presidência da FERGS, incentivou as comemorações do centenário dos fenômenos de
Hideswille, confirmação da realidade medianímica que deu início a Codificação.
Criou a
comissão para disseminar os Departamentos de Evangelização da Infância e da
Juventude. Instituiu na FERGS o programa: “Em cada Centro espírita uma
livraria”, hoje vitoriosa ideia semeadora de luzes e conhecimento doutrinário.
Desencarnou
em Porto Alegre em 07 de agosto de 1955.
Postado por carlos varoli
Autor
Desconhecido. Fonte do texto e imagem: Internet Google.
Postado por
CENTRO ESPÍRITA DISCÍPULOS DE JESUS DE PENÁPOLIS
às
domingo, dezembro 22, 2013
0
comentários
sábado, 21 de dezembro de 2013
ATUALIZAÇÃO DO DIA 21/12/2013
NOSSO COMENTÁRIO: Não existe médium ou Centro Espírita, mais forte. O que ocorre é que, existem formas diferenciadas de tratamento.Pessoas se adaptam ou se sentem melhor, com um ou com outro tipo de tratamento. Quanto ao médium, a literatura espírita afirma que existe diferenças entre o magnetismo de uma pessoa para outra, entretanto, quando da aplicação do passe, esse médium é secundado por Espíritos e dessa forma, então, essa diferença desaparece. Assim, o recebimento da energia do magnetismo (passe), vai depender de vários fatores, tais como: fé, merecimento, término de prova, sintonia, receptividade e muitas vezes, a cura se processa, para alerta ao paciente, em modificar sua conduta moral.
MOTIVAÇÃO
NÃO DEIXE A VIDA TE LEVAR, LEVE VOCÊ A VIDA! VOCÊ PODE! ACREDITE SEMPRE EM VOCÊ!
A vida de Allan Kardec pode ser contada de várias maneiras.
Para melhor compreensão de alguns aspectos, preferimos dividi-la em duas fases distintas: a primeira em que, desde o seu nascimento até a idade dos 50 anos, foi conhecido por Hippolyte Léon Denizard Rivail; e a segunda, quando se tornou espírita e passou a assinar Allan Kardec.1ª fase: Allan Kardec nasceu em Lyon (França), a 3 de outubro de 1804 e foi registrado sob o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Iniciou seus estudos na escola de Pestalozzi (em Yverdun, Suiça). A educação transmitida por Pestalozzi marcou profundamente a vida futura do jovem Rivail. |
Tornou-se educador e entusiasta do ensino, tendo sido várias vezes convidado por Pestalozzi para assumir a direção da escola, na sua ausência. Durante 30 anos (de 1824 a 1854), dedicou-se inteiramente ao ensino e foi autor de várias obras didáticas, que em muito contribuíram para o progresso de educação, naquela época.
2ª fase:
Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o “fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida”.
Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o “fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida”.
Passa então a observar estes fenômenos; pesquisa-os cuidadosamente, graças ao seu espírito de investigação, que sempre lhe fora peculiar, não elabora qualquer teoria pré-concebida, mas insiste na descoberta das causas.
Aplica a estes fenômenos o método experimental com o qual já estava familiarizado na função de educador; e, partindo dos efeitos, remonta às causas e reconhece a autenticidade daqueles fenômenos.
Convenceu-se da existência dos espíritos e de sua comunicação com os homens.
Grande transformação se opera na vida do prof. Rivail: convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.
Grande transformação se opera na vida do prof. Rivail: convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec.
De 1855 a 1869, consagrou sua existência ao Espiritismo; sob a assistência dos Espíritos Superiores, representados pelo Espírito da Verdade, estabelece as bases da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosófico, Científico e Religioso.
Além das obras básicas da Codificação(Pentateuco Kardequiano), contribuiu com outros livros básicos de iniciação doutrinária, como: O que é o Espiritismo, O Espiritismo na sua mais simples expressão, Instruções práticas sobre
as manifestações espíritas e Obras Póstumas.
A estas obras junta-se a Revista Espírita, “jornal” de estudos psicológicos, lançado a 1º de janeiro de 1858 e que esteve sob sua direção por 12 anos.
É também de sua iniciativa a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1º de abril de 1858 - primeira instituição regularmente constituída com o objetivo de promover estudos que favorecessem o progresso do Espiritismo.
Assim surgiu o Espiritismo: com a ação dos Espíritos Superiores, apoiados na maturidade moral e cultural de Allan Kardec, no papel de codificador.
Com a máxima “Fora da caridade não há salvação”, procura ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua.
E a este princípio cabe juntar outro: “Fé inabalável é aquela que pode encarar a razão face à face, em todas as épocas da humanidade”. Esclarece Allan Kardec:
“A fé raciocinada que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu”.
“A fé raciocinada que se apóia nos fatos e na lógica, não deixa qualquer obscuridade: crê-se, porque se tem certeza e só se está certo, quando se compreendeu”.
Denominado “o bom senso encarnado” pelo célebre astrônomo Camille Flammarion, Allan Kardec desencarnou aos 65 anos, a 31 de março de 1869.
Em seu túmulo, no cemitério de Père Lachaise (Paris), uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da Doutrina Espírita: “Nascer, Morrer, Renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.
APRENDIZADO COM HUMOR
ARTIGO DE HOJE
Natal, motivo de alegria e mudança!
Estamos às vésperas do
dia de Natal. E, Natal para os Cristãos e principalmente espíritas, deve
significar o dia de celebração do nascimento de Jesus Cristo, motivo pelo qual, essa data é tão significativa para
os verdadeiros discípulos seguidores de sua mensagem consolidada nos exemplos
de paz e amor que ele dispensou a todos os seus irmãos em humanidade.
Embora muita gente
afirme que é apenas nessa época, que Jesus mais se aproxima da esfera física em
que habitamos, pois, nesses dias sentimos mais significativamente sua presença
à nossa volta, através das pessoas, do clima de alegria que domina os corações
etc., discordamos dos que dessa forma pensam, pois, sabemos perfeitamente que
nesse período do ano, pelo simples fato da sociedade está muito mais
receptiva à influenciação dos amigos espirituais, em clima de compreensão e
fraternidade, tornando-se dessa forma mais sensível para perceber a presença
sublime desse Mestre que jamais nos deixou por um só segundo.
Quem dera nos
empenhássemos em prolongar em nossos corações, os mesmos sentimentos de
cordialidade e compreensão desses dias do Natal por todo o ano que se avizinha;
com absoluta certeza, podemos afirmar que este clima de euforia e paz dessa
época do ano, se prolongaria pelos 365 dias seguintes. É fácil observar, que nas
proximidades do dia do Natal quando passamos pelas mesmas ruas de nossa cidade,
testemunhamos as belezas dos enfeites que as deixam diferentes do dia a dia,
pois, estão muito mais bonitas, pelo brilho de suas luzes, pelas cores alegres
de seus enfeites e principalmente pelo semblante otimista da população, é fácil
também perceber as lojas cheias de compradores, de encontrar pessoas carregando
enormes sacolas contendo presentes para seus familiares e amigos, comerciantes
se gabando do sucesso das vendas natalinas, preparativos nas residências para a
comemoração dessa data com farta mesa contendo uma grande variedades de saborosos
pratos da culinária brasileira, doces de sabores variados, bebidas diversas,
etc. etc.
Todos os detalhes da
festa são rigorosamente planejados, como se o Natal fosse apenas mais uma festa
comemorativa qualquer, esquecendo-se da preocupação que deveríamos ter com o
presente que ofereceremos ao aniversariante do dia, que a maiorias das crianças
nem sabem quem é, pois, só se preocupam com a visita que esperaram o ano todo
de alguém que é reconhecido por eles como o “Bom Velhinho” o qual aprenderam a idolatrar desde pequeninos.
Poucas são as famílias
que reservam alguns minutos para uma reunião de meditação, para uma oração com
a presença de todos os seus membros, para refletir e agradecer os inúmeros
benefícios que recebemos desse Mestre e Guia da humanidade, que nos presenteia
com seu amor o ano inteiro, e que raramente recebe os devidos agradecimentos e
reconhecimentos por sua imprescindível e constante atuação em nossas vidas.
Está mais que na hora
de assumirmos em definitivo as nossas atitudes do dia do Natal em todos os dias
do ano, compreendendo que o Cristão que verdadeiramente segue o Cristo, celebra
diariamente o seu nascimento e crescimento em seu íntimo, não esperando
dezembro chegar para comemorar com comes e bebes, trocas de presentes e outras
atitudes exteriores a euforia da presença DELE
em nosso mundo interior, para trabalhar nossa reforma íntima e dedicação ao
próximo, entendendo que são estes os melhores presentes que podemos lhe ofertar
em qualquer dia ou mês do ano.
Preciso se faz que
busquemos dar testemunhos reais de que seguimos Jesus, trabalhando no bem, indo
de encontro às necessidades do próximo para lhe ofertar o que de melhor
possuirmos, na expectativa de que possamos ser instrumentos da bondade Divina,
minorando os sofrimentos e as misérias que campeiam à nossa volta.
E, oportunidade para
isso não nos faltam, é só ter olhos de ver e logo enxergaremos aqueles que por
algum motivo se acham no ambiente triste de uma prisão, num leito de algum hospital,
sem um teto para lhes abrigar, que têm suas famílias destruídas pela presença
das drogas, crianças abandonadas à própria sorte nos orfanatos do mundo, velhos
relegados ao abandono nos asilos, e tantas outras oportunidades de nos
tornarmos úteis, fazendo a diferença em nossa sociedade.
O Natal precisa se
tornar para cada um de nós, a confirmação de que estamos assimilando os
exemplos deixados por Jesus quando aqui esteve conosco e que estão registrados
nas mensagens contidas em seu evangelho que dizemos estudar e seguir, e que nos
incentiva a investir na paz e no progresso de todos e de tudo.
Francisco Rebouças
HUMOR EM VÍDEO PARA NOSSAS CRIANÇAS
VÍDEO EM DESENHO: CASAMENTO
ESPIRITISMO PARA NOSSAS CRIANÇAS
GRANDES VULTOS DO ESPIRITISMO (BIOGRAFIA)
Ramiro Gama
Nascido no dia 27 de dezembro de 1898, em Tristão da Câmara, distrito de Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro, e desencarnado no dia 20 de maio de 1981, na cidade do Rio de Janeiro.
Ramiro Gama nasceu filho de José Rodrigues de Araújo Gama e Gertrudes Pereira de Souza Gama.
Era casado com Maria José Costa de Oliveira Gama, de cujo casamento nasceram três filhos: José Vicente (desencarnado), Ramiro, oficial da Aeronáutica, e Djalma, advogado, deixa também 9 netos e uma filha adotiva, Sônia.
Era aposentado da Estrada de Ferro Central doBrasil
, no cargo de professor.
Jornalista, escritor, poeta, conferencista e espírita dos mais atuantes.
Participou de inúmeros Congressos e outros eventos espíritas, foi o criador das Semanas Espíritas, em 1939, na cidade de Três Rios, juntamente com a inesquecível Rita Cerqueira (Mãe Ritinha) e outros companheiros. A primeira Semana Espírita de que se tem notícia, com a participação de Leopoldo Machado, Carlos Imbassahy, Manoel Quintão, Jacques Aboab, Sebastião Lasneau e tantos outros.
Deixou vinte livros publicados: “Estuário”, “Augusto dos Anjos”, ”História de um Coração”, “Português em 20 lições”, “O meu fanal”, “Lindos casos de Chico Xavier”, “O Bom Pastor”, “De irmão para irmão”, “Lindos casos de Bezerra de Menezes”, “Teatro Espírita”(dois volumes), “Evangelho e Educação”, “Viagem ao Norte e Nordeste Espírita”, “Lindos casos do Evangelho”, “O amor de nossas vidas”, Seareiros da Primeira Hora”, “Irmãos do bom combate”, “Os mortos estão de pé”, Lindos casos de mediunidade gloriosa”, “Faz isso e viverás”.
Deixou mais de 10 livros inéditos. Colaborou com quase toda a Imprensa Espírita do País e várias do Estrangeiro. Participou de inúmeros programas de Rádio e fundou o jornal “O Nosso Guia”, já extinto. Viajou por quase todo o Brasil
a serviço do Espiritismo.
Autor desconhecido.
Fonte deste texto: Internet Google.
LINDOS CASOS DE CHICO XAVIER (POR RAMIRO GAMA)
TENHA PACIÊNCIA, MEU FILHO
Quando Dona Maria João do Deus desencarnou, em 29 de setembro do 1915, Chico Xavier, um de seus nove filhos, foi entregue aos cuidados de Dona Rita do Cássia, velha amiga e madrinha da criança.
Dona Rita, porém, era obsidiada e, por qualquer bagatela, se destemperava, irritadiça.
Assim é que o Chico passou a suportar, por dia, várias surras de vara de marmeleiro, recebendo, ainda, a penetração de pontas de garfos no ventre, porque a neurastênica e perversa senhora inventara êsse estranho processo do torturar.
O garôto chorava muito, permanecendo, horas e horas, com os garfos dependurados na carne sanguinolenta e corria para o quintal, a fim de desabafar-se, porque a madrinha repetia, nervosa:
- Êste menino tem a diabo no corpo.
Um dia, lembrou-se a criança de que sua Mãezinha orava sempre, todos os dias, ensinando-o a elevar o pensamento a Jesus e sentiu falta da prece que não encontrava em seu nôvo lar.
Ajoelhou-se sob velhas bananeiras e pronunciou as palavras do Pai Nosso que aprendera dos lábios maternais.
Quando terminou, oh! maravilha!
Sua progenitora, Dona Maria João de Deus, estava perfeitamente viva ao seu lado.
Chico, que ainda não lidara con as negações e dúvidas dos homens, nem por um instante pensou que a Mãezinha tivesse partido para as sombras da morte.
Abraçou-a, feliz; e gritou:
- Mamãe, não me deixe aqui... Carregue-me com a senhora...
- Não posso, - disse a entidade, triste.
- Estou apanhando muito, mamãe!
Dona Maria acariciou-o e explicou:
- Tenha paciência, meu filho. Você precisa crescer mais forte para o trabalho. E quem não sofre não aprende a lutar.
- Mas, - tornou a criança - minha madrinha diz que eu estou com o diabo no corpo...
- Que tem isso? Não se incomode. Tudo passa e se você não mais reclamar, se você tiver paciência, Jesus ajudará para que estejamos sempre juntos.
Em seguida, desapareceu.
O pequeno, aflito, chamou-a em vão.
Desde desse dia, no entanto, passou a receber o contacto de varas e garfos sem revolta e sem lágrimas.
- Chico é tão cínico - dizia Dona Rita, exasperada, que não chora, nem mesmo a pescoção.
Porque a criança explicasse ter a alegria de ver sua mãe, sempre que recebia as surras, sem chorar, o pessoal doméstico passou a dizer que ele era um "menino aluado".
E, diariamente, à tarde, com os vergões na pele e com o sangue a correr-lhe em pequeninos filêtes do ventre o pequeno seguia, de olhos enxutos e brilhantes, para o quintal!, a fim de reencontrar a mãezinha querida, sob as velha árvores, vendo-a e ouvindo-a, depois da oração.
Assim começou a luta espiritual do médium extraordinário que conhecemos.
Quando Dona Maria João do Deus desencarnou, em 29 de setembro do 1915, Chico Xavier, um de seus nove filhos, foi entregue aos cuidados de Dona Rita do Cássia, velha amiga e madrinha da criança.
Dona Rita, porém, era obsidiada e, por qualquer bagatela, se destemperava, irritadiça.
Assim é que o Chico passou a suportar, por dia, várias surras de vara de marmeleiro, recebendo, ainda, a penetração de pontas de garfos no ventre, porque a neurastênica e perversa senhora inventara êsse estranho processo do torturar.
O garôto chorava muito, permanecendo, horas e horas, com os garfos dependurados na carne sanguinolenta e corria para o quintal, a fim de desabafar-se, porque a madrinha repetia, nervosa:
- Êste menino tem a diabo no corpo.
Um dia, lembrou-se a criança de que sua Mãezinha orava sempre, todos os dias, ensinando-o a elevar o pensamento a Jesus e sentiu falta da prece que não encontrava em seu nôvo lar.
Ajoelhou-se sob velhas bananeiras e pronunciou as palavras do Pai Nosso que aprendera dos lábios maternais.
Quando terminou, oh! maravilha!
Sua progenitora, Dona Maria João de Deus, estava perfeitamente viva ao seu lado.
Chico, que ainda não lidara con as negações e dúvidas dos homens, nem por um instante pensou que a Mãezinha tivesse partido para as sombras da morte.
Abraçou-a, feliz; e gritou:
- Mamãe, não me deixe aqui... Carregue-me com a senhora...
- Não posso, - disse a entidade, triste.
- Estou apanhando muito, mamãe!
Dona Maria acariciou-o e explicou:
- Tenha paciência, meu filho. Você precisa crescer mais forte para o trabalho. E quem não sofre não aprende a lutar.
- Mas, - tornou a criança - minha madrinha diz que eu estou com o diabo no corpo...
- Que tem isso? Não se incomode. Tudo passa e se você não mais reclamar, se você tiver paciência, Jesus ajudará para que estejamos sempre juntos.
Em seguida, desapareceu.
O pequeno, aflito, chamou-a em vão.
Desde desse dia, no entanto, passou a receber o contacto de varas e garfos sem revolta e sem lágrimas.
- Chico é tão cínico - dizia Dona Rita, exasperada, que não chora, nem mesmo a pescoção.
Porque a criança explicasse ter a alegria de ver sua mãe, sempre que recebia as surras, sem chorar, o pessoal doméstico passou a dizer que ele era um "menino aluado".
E, diariamente, à tarde, com os vergões na pele e com o sangue a correr-lhe em pequeninos filêtes do ventre o pequeno seguia, de olhos enxutos e brilhantes, para o quintal!, a fim de reencontrar a mãezinha querida, sob as velha árvores, vendo-a e ouvindo-a, depois da oração.
Assim começou a luta espiritual do médium extraordinário que conhecemos.
Postado por
CENTRO ESPÍRITA DISCÍPULOS DE JESUS DE PENÁPOLIS
às
sábado, dezembro 21, 2013
0
comentários
Assinar:
Postagens (Atom)

































